quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Estas palavras podiam ser minhas


Detesto esta coisa de blogues com conteúdos programados e que se limitam a falar dos mesmos temas a toda a hora e de uma forma excessivamente profissional. Com isto não quero dizer que não existem realmente bloggers que fazem um óptimo trabalho com este tipo de blogues, mas no meu entender são poucos/as aqueles/as que conseguem manter o seu toque pessoal ao mesmo tempo que tentam promover determinado produto.

Gosto de espontaneidade e de visitar um blogue sem saber ao certo o que irei encontrar. Gosto de bloguers que falem sobre si, sobre os seus planos, sobre a sua vida e do mundo em geral. Gosto tanto de bloguers que publicam várias vezes ao dia quer sejam publicações curtas ou longas assim como gosto em igual medida de bloguers que só publicam algumas vezes por mês. Gosto deste tipo de blogues porque são estes que fazem com que sinta algum grau de empatia pela pessoa que os escreve. São estes blogues que me me inspiram e que me fazem sorrir. São estes blogues que fazem com que fique com aquele sentimento de que conheço quem está do outro lado mesmo só ficando a conhecer aquilo que essa pessoa quer que os seus leitores conheçam. São estes blogues que eu visito diariamente e que me fazem sorrir com as suas conquistas e ficar triste com os seus momentos menos bons. São estes blogues espontâneos que me permitem sentir enquanto que os outros muitas vezes fazem-me sentir algo que não aprecio: indiferença.

Se conhecem blogues espontâneos como os que descrevi sintam-se no direito de os partilharem comigo. Ando desesperadamente a precisar de ler coisas novas.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

É curioso como não sei dizer quem sou.


Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo.
Sou como você me vê. Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania, depende de quando e como você me vê passar.
Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato. Tenho uma alma muito prolixa e uso poucas palavras, sou irritável e firo facilmente. Também sou muito calma e perdôo logo.
Não esqueço nunca. Mas há poucas coisas de que eu me lembre. Tenho felicidade o bastante para ser doce, dificuldades para ser forte, tristeza para ser humana e esperança suficiente para ser feliz.
Não me dêem fórmulas certas, por que eu não espero acertar sempre.
Não me mostrem o que esperam de mim, por que vou seguir meu coração.
Não me façam ser quem não sou. Não me convidem a ser igual, por que sinceramente sou diferente.
Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira. Não sei voar de pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma para sempre...
Sou uma filha da natureza: quero pegar, sentir, tocar, ser.
E tudo isso já faz parte de um todo, de um mistério.
Sou uma só... Sou um ser...a única verdade é que vivo.
Sinceramente, eu vivo.

Clarice Lispector

domingo, 13 de novembro de 2016

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Descobrindo Lisboa : Bread 4 You












O Bread 4 You é uma padaria / pastelaria e foi descoberta por acaso este fim de semana , num passeio pela Baixa , fica escondido no 41 da Rua dos Sapateiros. É um sitio calmo e agradável com muitas coisinhas boas para experimentar. A decoração foi feita com peças antigas e recuperadas, muito original. Adoro encontrar cafés com conceitos ou então decorações diferentes.
Está prometido o regresso em breve.

This gives me all the feels!!!


quarta-feira, 9 de novembro de 2016


I used to think I was the strangest person in the world but then I thought, there are so many people in the world, there must be someone just like me who feels bizarre and flawed in the same ways I do I would imagine her, and imagine that she must be out there thinking of me too. well, I hope that if you are out there you read this and know that yes, it’s true I’m here, and I’m just as strange as you.

Frida Kahlo